segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

EMILE DURKHEIM E A CONSCIÊNCIA COLETIVA

Consciência Coletiva

“Conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma sociedade que forma um sistema determinado com vida própria.” (Durkheim, Èmile. Da divisão do trabalho social. p. 342)

A consciência coletiva, segundo Èmile Durkheim, é a força coletiva exercida sobre um indivíduo, que faz com este aja e viva de acordo com as normas da sociedade na qual está inserido.


Estamos de volta!

    Depois de um merecido recesso, estamos de volta!



sexta-feira, 4 de novembro de 2016

CHEGOU A HORA!!! DICAS IMPORTANTES

Alteridade é um substantivo feminino que expressa a qualidade ou estado do que é outro ou do que é diferente. É um termo abordado pela filosofia e pela antropologia.
Um dos princípios fundamentais da alteridade é que o homem na sua vertente social tem uma relação de interação e dependência com o outro. Por esse motivo, o "eu" na sua forma individual só pode existir através de um contato com o "outro". Quando é possível verificar a alteridade, uma cultura não tem como objetivo a extinção de uma outra. Isto porque a alteridade implica que um indivíduo seja capaz de se colocar no lugar do outro, em uma relação baseada no diálogo e valorização das diferenças existentes.
Dica para o ENEM:
Na prova de Ciências Humanas e suas tecnologias, procure marcar alternativas que respeitem os direitos humanos e a diversidade cultural.Evite as alternativas com posições etnocêntricas ou preconceituosas.
Etnocentrismo é um conceito da Antropologia definido como a visão demonstrada por alguém que considera o seu grupo étnico ou cultura o centro de tudo, portanto, num plano mais importante que as outras culturas e sociedades.

domingo, 9 de outubro de 2016

Voto Censitário

O Voto censitário era a concessão do direito do voto apenas àqueles cidadãos que possuíam certos critérios que comprovassem uma situação financeira satisfatória. Desse modo, os cidadãos eram classificados em ativos – que pagavam impostos- e passivos que tinham uma renda baixa. Apenas os ativos tinham o direito de votar.
Na época colonial, só podiam votar (e ser votados) nobres, burocratas, militares, comerciantes ricos, senhores de engenho e homens de posses, mesmo analfabetos. Em 25 de março de 1824, D. Pedro I outorgou a primeira Constituição brasileira e estabeleceu o voto censitário. O processo eleitoral seria realizado em dois turnos: eleições primárias, para a formação de um colégio eleitoral que, nas eleições secundárias, elegeria os senadores, deputados e membros do Conselho da Província. Só o alcaide-mor, espécie de prefeito, era indicado pelo rei.
Hoje, diferente daquela época, o direito de voto é universal, independente de renda, raça ou religião, o que é mais democrático. O voto no Brasil é obrigatório e um direito de todo cidadão brasileiro acima de 16 anos.

sábado, 17 de setembro de 2016

TIPOS DE DOMINAÇÃO, SEGUNDO MAX WEBER

Há uma relação de dominação quando uma quantidade qualquer de indivíduos obedece a uma ordem vinda de parte da sociedade, seja ela composta por uma ou por diversas pessoas. A dominação é sempre resultado de uma relação social de poder desigual, onde se percebe claramente a existência de um lado que comanda (domina) e outro que obedece. Podemos assemelhar assim a dominação a qualquer situação em que encontremos indivíduos subordinados ao poder de outros. Mas a dominação difere das relações de poder em geral por apresentar uma tendência a se estabilizar, a procurar manter-se sem provocar confrontos.
         Assim, as relações de dominação dentro de uma sociedade se caracterizam por buscar formas de legitimação, de ser reconhecidas como necessárias para a manutenção da ordem social.
O sociólogo alemão Max Weber [Erfurt, 1864 - Munique, 1920] apresentou, em um de seus estudos mais importantes, três tipos puros de dominação legítima, cada um deles gerando diferentes categorias de autoridade. São classificados como puros porque só podem ser encontrados isolados no nível da teoria, combinando-se quando observados em exemplos concretos.
O primeiro deles é a dominação tradicional. Significa aquela situação em que a obediência se dá por motivos de hábito porque tal comportamento já faz parte dos costumes. É a relação de dominação enraizada na cultura da sociedade. Um exemplo extremamente claro é o da família patriarcal. Os filhos obedecem aos pais por uma relação de fidelidade há muito estabelecida e respeitada.
O segundo tipo é a dominação carismática. Nela, a relação se sustenta pela crença dos subordinados nas qualidades superiores do líder. Essas qualidades podem ser tanto dons sobrenaturais quanto a coragem e a inteligência inigualável. Podemos tomar como exemplo qualquer grupo religioso centrado na figura do profeta, que apenas por meio de suas habilidades e conhecimentos pessoais, sem o uso da força, consegue arregimentar um grande número de seguidores.
O terceiro tipo é a dominação legal, ou seja, por meio das leis. Nessa situação, um grupo de indivíduos submete-se a um conjunto de regras formalmente definidas e aceitas por todos os integrantes. Essas regras determinam ao mesmo tempo a quem e em que medida as pessoas devem obedecer. Um exemplo ilustrativo é o do empregado que acata as ordens de um superior, de acordo com as cláusulas (regras, leis) do contrato assinado.


 Fonte: http://pt.shvoong.com/social-sciences/sociology

terça-feira, 16 de agosto de 2016

LIVRO O SEGUNDO SEXO COMPLETO


      O Segundo Sexo, livro escrito por Simone Beauvoir, é uma obra básica para o entendimento do feminismo. É considerada por alguns um marco teórico importante da chamada segunda onda do feminismo no Brasil, e traz diversos conceitos e argumentações irrefutáveis e importantes para a luta feminista. É um livro por vezes complexo, como não poderia deixar de ser, mas cujo conteúdo precisava ser mais e mais divulgado, ainda mais levando-se em conta que há pessoas que refutam o feminismo como se fosse algo desnecessário ou antigo. Definitivamente uma obra necessária e mais relevante do que nunca.
      Acesse o livro completo no link abaixo: