quinta-feira, 18 de maio de 2017

Plebiscitos e referendos

Plebiscito e referendo são consultas ao povo para decidir sobre matéria de relevância para a nação em questões de natureza constitucional, legislativa ou administrativa.
A principal distinção entre eles é a de que o plebiscito é convocado previamente à criação do ato legislativo ou administrativo que trate do assunto em pauta, e o referendo é convocado posteriormente, cabendo ao povo ratificar ou rejeitar a proposta.
Ambos estão previstos no art. 14 da Constituição Federal e regulamentados pela Lei nº 9.709, de 18 de novembro de 1998. Essa lei, entre outras coisas, estabelece que, nas questões de relevância nacional e nas previstas no § 3º do art. 18 da Constituição – incorporação, subdivisão ou desmembramento dos estados –, o plebiscito e o referendo são convocados mediante decreto legislativo. Nas demais questões, de competência dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, o plebiscito e o referendo serão convocados em conformidade, respectivamente, com a Constituição estadual e com a Lei Orgânica.
Fonte: TSE

sábado, 1 de abril de 2017

CIDADANIA

A cidadania pode ser entendida de duas formas, em primeiro lugar como indicativo de nacionalidade, ou seja, a vinculação de um indivíduo a um Estado-Nação, segundo pela posse de direitos civis, políticos e sociais.
Nas ciências sociais, a cidadania está associada à liberdade de participação política em uma sociedade, para que isso aconteça os cidadãos precisam ter acesso aos seus direitos, bem como cumprir com seus deveres.
É a participação política que aproxima a concepção de cidadania na atualidade com a da Grécia antiga. No entanto, a cidadania grega era restrita, ou seja, considerava-se cidadão apenas uma minoria da população. Nessa época, só eram considerados cidadãos os homens com mais de 21 anos, que fossem atenienses e filhos de pais atenienses.
No Brasil, a noção de cidadania é bem mais ampla atualmente. Dessa forma, deixando de ser o privilégio de uma minoria, como na Grécia antiga, para tornar-se um direito de todos os membros da sociedade.
Fruto de diversas lutas políticas, essa ampliação na noção de cidadania é que têm possibilitado a garantia de diversos direitos às mulheres, aos negros, homossexuais, povos indígenas, enfim, todos os grupos sociais que historicamente foram marginalizados pela estrutura de poder vigente. Dentre as conquistas pode-se destacar: o sufrágio feminino; políticas de cotas e o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo.


segunda-feira, 20 de março de 2017

SOCIALIZAÇÃO, TUDO COMEÇA NA FAMÍLIA.

    
  Mesmo considerando todas as diferenças, há normalmente um processo de socialização formal, conduzido por instituições, como escola e igreja, e um processo mais informal e abrangente, que acontece inicialmente na família, na vizinhança, nos grupos de amigos e pela exposição aos meios de comunicação.
     O ponto de partida é a família, o espaço privado das relações de intimidade e afeto, em que, geralmente, podemos encontrar alguma compreensão e refúgio, apesar dos conflitos. É o espaço onde aprendemos a obedecer a regras de convivência, a lidar com a diferença e a diversidade.

segunda-feira, 13 de março de 2017

O POSITIVISMO E SUAS PREMISSAS

Corrente de pensamento criada por Auguste Comte (1798-1857), filósofo francês, considerado um dos fundadores da sociologia. O positivismo defende o princípio de que a ciência é o caminho para o progresso da humanidade. Comte buscou criar uma ciência da sociedade que pudesse explicar as leis do mundo social da mesma forma que a ciência natural explicava o funcionamento do mundo físico. 

O positivismo está fundamentado num certo número de premissas que estruturam um “sistema” coerente e operacional:    

1. A sociedade é regida por leis naturais, isto é, leis invariáveis, independentes da vontade e da ação humana; na vida social, reina uma harmonia natural.
2. A sociedade pode ser estudada pelos mesmos métodos e processos empregados pelas ciências da natureza.
3. As ciências da sociedade, assim como as da natureza, devem se limitar à observação e à explicação causal dos fenômenos, de forma objetiva, neutra, livre de julgamentos de valor ou ideologias, descartando previamente todas as prenoções e preconceitos.




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

EMILE DURKHEIM E A CONSCIÊNCIA COLETIVA

Consciência Coletiva

“Conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma sociedade que forma um sistema determinado com vida própria.” (Durkheim, Èmile. Da divisão do trabalho social. p. 342)

A consciência coletiva, segundo Èmile Durkheim, é a força coletiva exercida sobre um indivíduo, que faz com este aja e viva de acordo com as normas da sociedade na qual está inserido.


Estamos de volta!

    Depois de um merecido recesso, estamos de volta!



sexta-feira, 4 de novembro de 2016

CHEGOU A HORA!!! DICAS IMPORTANTES

Alteridade é um substantivo feminino que expressa a qualidade ou estado do que é outro ou do que é diferente. É um termo abordado pela filosofia e pela antropologia.
Um dos princípios fundamentais da alteridade é que o homem na sua vertente social tem uma relação de interação e dependência com o outro. Por esse motivo, o "eu" na sua forma individual só pode existir através de um contato com o "outro". Quando é possível verificar a alteridade, uma cultura não tem como objetivo a extinção de uma outra. Isto porque a alteridade implica que um indivíduo seja capaz de se colocar no lugar do outro, em uma relação baseada no diálogo e valorização das diferenças existentes.
Dica para o ENEM:
Na prova de Ciências Humanas e suas tecnologias, procure marcar alternativas que respeitem os direitos humanos e a diversidade cultural.Evite as alternativas com posições etnocêntricas ou preconceituosas.
Etnocentrismo é um conceito da Antropologia definido como a visão demonstrada por alguém que considera o seu grupo étnico ou cultura o centro de tudo, portanto, num plano mais importante que as outras culturas e sociedades.